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ASSIM FALOU ALLAN KARDEC

  (Sobre a natureza do Cristo)

“Sem prejulgar em nada a natureza do Cristo (...) e, não o considerando senão como um Espírito Superior, não se pode impedir que se reconheça nele um daqueles Espíritos da ordem mais elevada e que é colocado, por suas virtudes, bem acima da humanidade.

     “Pelos imensos resultados que produziu, sua encarnação neste mundo não podia deixar de ser uma das missões que somente são confiadas aos mensageiros diretos da Divindade, para a realização de seus desígnios...

     “Como homem, Jesus tinha a organização dos seres carnais; mas como Espírito puro, destacado da matéria, devia viver na vida espiritual mais do que na vida corporal, da qual não tinha as fraquezas. A superioridade de Jesus sobre os homens não era relativa às qualidades particulares de seu corpo, mas às de seu Espírito, que dominava a matéria de maneira absoluta, e ao seu perispírito, alimentado pela parte mais quintessenciada dos fluidos terrestres. Sua alma não devia estar ligada ao corpo senão por laços estritamente indispensáveis; constantemente separada do corpo, ela devia lhe dar uma vista dupla...” (“A Gênese”, cap. XV, nº 2).

     “De todas as faculdades que se revelaram em Jesus, não há nenhuma que esteja fora das condições da humanidade e que seja encontrada no comum dos homens, pois elas estão na natureza; mas, pela superioridade de sua essência moral e de suas qualidades fluídicas, elas atingiam nele proporções acima das do vulgo . Ela nos representaria, à parte do seu envoltório carnal, o estado dos Espíritos puros” (idem, nº 44)

     “A permanência de Jesus sobre a Terra apresenta dois períodos: aquele que precede e aquele que sucede à sua morte. No primeiro, desde o momento da concepção até o nascimento, tudo se passa com sua mãe como nas condições comuns da vida. A partir do nascimento e até sua morte, tudo em seus atos, em sua linguagem, e, nas diversas circunstâncias de sua vida, apresenta os caracteres inequívocos de sua corporeidade. Os fenômenos de ordem psíquica que se produzem nele são acidentais e nada têm de anormal pois se explicam pelas propriedades do perispírito (...) Depois de sua morte, ao contrário, tudo revela nele o ser fluídico (...). Depois do suplício da cruz, seu corpo lá ficou, inerte e sem vida, foi sepultado como os corpos comuns e todos puderam vê-lo e tocá-lo...” (idem, nº 65).

     “Jesus teve, pois, como todos os homens, um corpo carnal e um corpo fluídico, o que é confirmado pelos fenômenos materiais e pelos fenômenos psíquicos que assinalaram sua vida” (Idem, nº 66)


NOSSO COMENTÁRIO

       Como se depreende das palavras de Allan Kardec,  -  o verdadeiro e único Missionário da Terceira Revelação  -, o Espírito de Jesus foi também criado simples e ignorante, mas, ao passar por diversas encarnações, e por todos os graus da escala evolutiva, progrediu de tal forma que logo atingiu a Ordem mais elevada: a dos Espíritos puros. E foi nessa condição de Espírito puro que recebeu a missão de reencarnar neste planeta, para se apresentar aos homens de seu tempo, -  - seus semelhantes - , como um homem também (não um corpo fluídico ou agênere), e dizer-lhes, claramente, que era um mensageiro direto da Divindade (não o próprio Deus). E assim pôde conviver com eles por trinta e três anos.

     No séc. XIX, o Espírito de Jesus se manifestou diretamente a Kardec, apresentando-se como o Espírito de Verdade. Também outros vieram ter com o Mestre lionês, constituindo uma Falange gloriosa de Espíritos Superiores. (Ver os “Prolegômenos” do L.E.). E foram eles que ditaram os ensinamentos sublimes contidos em todos os livros básicos da Doutrina Espírita. Mais do que isto, deram plena e contínua assistência ao Mestre Allan Kardec, que, sem dúvida nenhuma, em matéria de Espiritismo, ainda é a maior autoridade. O próprio Espírito de Emmanuel, dialogando com seu protegido, o médium Chico Xavier, certa vez reconheceu esta verdade inquestionável.

        É BOM TER ISTO SEMPRE EM MENTE!

 

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