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“O PENSAMENTO DE ERASTO, DISCÍPULO DE SÃO PAULO”

 Sobre este livro de nossa autoria, o confrade Sebastião Pereira de S. Bernardo do Campo/SP fez o seguinte comentário:

“É uma obra indispensável a quantos, como eu, têm o privilégio de ser estudioso da Doutrina Espirita. E demonstra a objetividade do autor por ter reunido e comentado, com proficiência, os numerosos e sábios ensinos e instruções de Erasto, Discípulo de S. Paulo, na edificação da DOUTRINA DOS ESPÍRITOS. Foi ele um dos baluartes da divulgação e da implantação da Segunda das Revelações  - o CRISTIANISMO.

“O autor da obra que estamos comentando destacou e pôs em evidência: a) As advertências desse Espírito Superior (Erasto, Discípulo de São Paulo), quanto à necessidade da observância do Controle Universal nos ensinos dos Espíritos...; “b) A obra, ora comentada, discorre no sentido de  ter sido esse luminoso Espírito dos primeiros a se preocuparem com a preservação da Pureza Doutrinária do Espiritismo, qualidade esta, jà àquela época, fortemente ameaçada pelo Roustainguismo, (grifo nosso) por ambos (Erasto e Kardec), rejeitado, por se constituir de afirmações absurdas, ilógicas, falsas, que, no Brasil, alguns, por equívoco, outros, por estranha teimosia, insistem em defender como se justo e perfeito fora...

Estou deveras instruindo-me com os valiosos conhecimentos desta auspiciosa obra, - “O Pensamento de Erasto, Discípulo de São Paulo” -  cuja preciosidade sou incapaz de relatar...

“Renovo meus agradecimentos ao ilustre autor da obra, o gentil confrade Erasto de Carvalho Prestes.

                Sebastião Pereira , de São Bernardo do Campo (via e-mail de 06/04/2005)

NOTA: Muito obrigado, Sr. Sebastião Pereira, pelos conceitos elogiosos que fez a mim e ao meu livro “O PENSAMENTO DE ERASTO, DISCÍPULO DE SÃO PAULO”, cuja edição há muito tempo já está esgotada.

E, a  propósito do Roustainguismo, citado pelo confrade Sebastião Pereira, tenho em mãos, nesse momento, um artigo de autoria do Sr. Earle de Oliveira, publicado num jornal espírita também de São Bernardo do Campo.

 Diz ele: “Tem-se combatido muito Humberto de Campos pelo que escreveu no livro “Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho”, no que se refere a Roustaing, assim como por registrar a previsão do Brasil estar destinado a ser um foco de radiação do Evangelho, segundo a ótica espírita.

“No que se refere a Roustaing, é necessário estudar, com muita atenção, o trecho em que Humberto de Campos se refere a Allan Kardec e seus colaboradores. A certa altura relata: ‘... fora destacado um dos grandes discípulos do Senhor, para vir à Terra com a tarefa de organizar e compilar ensinamentos que seriam revelados, oferecendo um método de observação a todos os estudiosos do tempo. Foi assim que Allan Kardec, a 3 de outubro de 1804, via a luz da atmosfera terrestre, na cidade de Lião’.

Continuando, esclarece que o missionário (Kardec) contaria com AUXILIARES PARA COADJUVÁ-LO, ‘...nas individualidades de João Batista Roustaing, que organizaria o trabalho da fé...’ Refere-se também a outras entidades que realmente foram grandes colaboradores, tais como Léon Denis, Gabriel Delane, Camilo Flammarion” (Ver págs. 176 e 177 do livro do Espírito de Humberto de Campos acima citado).

“O que se deve analisar”, prossegue o Sr. Earle, “ é se Roustaing cumpriu com o que fora previsto na espiritualidade e a resposta é negativa” (ou seja, não cumpriu).

“Se estava previsto que ele auxiliaria o trabalho da fé, envaideceu-se, fez obra confusa, contraditória e ainda COM A PRETENSÃO DE SER MAIOR QUE A DO PRÓPRIO ALLAN KARDEC, pois intitulou o seu livro de REVELAÇÃO DA REVELAÇÃO (grifos do autor), e ainda, não aceitou a crítica de Allan Kardec, quando o Mestre lionês, em se referindo à obra, observou que era muito prolixa, podendo ser resumida em apenas um volume e levantou dúvidas quanto ao corpo fluídico de Jesus...” ( Ver o jornal “Correio Fraterno do ABC”, de São Bernardo do Campo/SP, edição de dezembro de 1987, pág. 5 e a Revista Espírita de junho de 1866, onde aparece o comentário de Kardec).

Nós também fomos dos que criticaram duramene essa obra ditada pelo Espírito de Humberto de Campos ao médium Chico Xavier, publicado pela FEB, em 1938, com prefácio do ex-jesuíta Emmanuel. E o fizemos através do livro “BRASIL: PÁTRIA DO ANTICRISTO”, lançado em 1986 (edição esgotada). E assim nos colocamos ao lado dos grandes críticos do roustainguismo, como Luciano Costa, Júlio Abreu Filho, Ricardo Machado, Henrique Andrade, José Herculano Pires, Gélio Lacerda da Silva, já desencarnados e muitos outros contemporâneos ainda em plena atividade doutrinária, como Wilson Garcia, Jorge Rizzini, Nazareno Tourinho, Américo Domingos Nunes Filho, Sérgio Fernandes Aleixo. E continuamos firmes em nosso ponto de vista anti-roustainguista.

É por isso que voltamos a dirigir aos diretores da Federação Espírita Brasileira (FEB) o nosso sincero:


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