ofplogo.gif (4994 bytes)A PROPÓSITO DO ESTATUTO DA FEB


Recebemos de um leitor anônimo uma carta em que nos diz o seguinte: "Sr. Erasto: poucos conhecem a obra de Roustaing. Ela só existe em função do poderio econômico da FEB, já a obra ‘O Consolador’ de Emmanuel, esta sim, é bem mais conhecida e influencia há décadas o movimento espírita (...) Portanto, essa sua cruzada contra o roustainguismo da FEB parece-me uma questão pessoal, muito personalizada, eivada de paixão. Combater o roustainguismo é dar ‘chute em cachorro morto".


NOSSA RESPOSTA

Não costumamos responder a pessoas covardes que se escondem atrás do anonimato. Mas, vamos abrir uma exceção.

Em primeiro lugar, não são poucos os que conhecem a obra de Roustaing. E depois ninguém pode deixar de ler essa obra, porque o próprio Kardec, que fez sérias restrições a ela, viu-a como um "trabalho considerável", que, em seu ponto de vista "encerra coisas incontestavelmente boas e verdadeiras, e deverá ser consultada com fruto pelos espíritas sérios". Portanto, é preciso ler "Os Quatro Evangelhos", sabendo-se embora que Kardec não a considerava como "parte integrante da doutrina espírita"..

Não levo em conta o que o Sr. considera a minha "cruzada contra o roustainguismo da FEB", declarando que se trata de uma "questão pessoal, eivada de paixão". É o seu modo de pensar, que deve ser respeitado. Agora dizer, como o Sr. diz que "combater o roustainguismo é dar chute em cachorro morto" isto é uma insensatez tão grande que chega mesmo às raias do ridículo. É só ler o Estatuto da Federação Espírita (Roustainguista) Brasileira para se constatar que o sr. está redondamente enganado, porque lá, na chamada "Casa Mater", por força do seu Estatuto, esse estudo é obrigatório

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