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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

                De Nova Friburgo/RJ recebemos a seguinte mensagem eletrônica:

                “Sr. Erasto Prestes.

                “Acusamos o recebimento de ‘O FRANCO PALADINO’, exemplar de abril/2007 e ficamos esperançosos de continuarmos merecendo a sua atenção para continuamente recebê-lo.

                “Este jornal deveria ser leitura obrigatória para aqueles que defendem o Espiritismo codificado por Allan Kardec.   (Grifo nosso)

                “Atenciosamente,

                                                   Ildes Silva Ferreira

“DIVULGADOR NET” VAI DIRETO AO ASSUNTO

                “22 de abril: Dia do Descobrimento do Brasil. Uma data significativa para ser comemorada com profunda reflexão, principalmente, quando se trata do Dia da Terra...................................................................

.......................................................................................       “O planeta Terra, mãe e pai de nossa sobrevivência, agoniza e pede socorro aos homens de boa vontade.

                “Os homens de boa vontade, no entanto, são poucos e não podem fazer o suficiente, para evitar que essa agonia se transforme em morte definitiva.

                “Em que planeta você vive?

                “E o Brasil? Descoberto como paraíso natural, abundante em matas e florestas, rios, terras férteis e petróleo, perdeu o rumo da ordem e do progresso.

                “Decorridos 507 anos, continua sendo apreciado como um paraíso tropical, abençoado por Deus, bonito e acolhedor por natureza.

                “No entanto, transformaram-no num gigante adormecido em berço esplêndido, invigilante na guarda de suas riquezas naturais e de suas fronteiras.

                “Sem ordem, entrega-se à indiferença dos delitos brutais cometidos pela violência urbana e rural.

                “Sem progresso, mantém-se atrelado às promessas dos políticos e dos homens públicos...”

               (Fonte: “Divulgador Net”, de João Pessoa/PB – Ano 3 –  nº 80 – edição de 2 de abril de 2007)

 NOSSO COMENTÁRIO

                 Realmente, nossas fronteiras, marítimas e terrestres  como também nosso espaço aéreo, têm sido portas abertas para a entrada de armas e drogas, responsáveis pelo aumento da violência e da criminalidade. Da mesma forma os movimentos dos sem terras e dos sem tetos, que vivem invadindo as propriedades alheias.

                Nos campos das fazendas do interior, os seres humanos vivem escravizados  pelos ricos e poderosos, que fingem que não sabem que a escravidão no Brasil acabou com a Lei Áurea de 13 de maio de 1888. Por outro lado, nossas jovens, enganadas em sua boa fé, são levadas para as casas de exploração do sexo, de cujos proprietários inescrupulosos se tornam escravas para deleite dos turistas americanos e europeus que para aqui se deslocam em busca de satisfação para o seu instinto libidinoso.

                Em toda a parte, a população está à mercê dos bandidos e criminosos, jovens e adultos. Ladrões, assaltantes, estupradores, vivem desafiando as autoridades municipais, estaduais e federais, confiantes no seu poder de fogo, certos de que estão mais bem armados e melhor organizados. E sabem que podem contar com a corrupção dos representantes da lei em todas as esferas da administração pública.

                As balas perdidas andam soltas por toda a parte, ceifando vidas inocentes e transformando pessoas normais em paraplégicos e deficientes físicos.

                E o exemplo que vem de cima? É péssimo! Os homens públicos, em grande quantidade, vivem se corrompendo em troca do vil metal. É o que se ouve e se vê, diariamente, nos rádios e nas televisões, nos jornais e nas revistas...

Que tristeza!

E ainda há quem acredite que Jesus é o Governador do mundo, que Deus é brasileiro e que o Brasil é a Pátria do Evangelho!...

 AINDA NO ‘DIVULGADOR NET” 

                 Eis o que encontramos ainda neste importante órgão de imprensa espírita de João Pessoa/PB:

                “A VOLTA DE ALLAN KARDEC”, é o que diz a manchete. E o texto, que diz? Diz o que se segue:

                “Este é o mais recente livro de Weimar Muniz de Oliveira, presidente da Federação Espírita do Estado de Goiás (FEEGO) e vice-presidente da Associação Brasileira dos Magistrados Espíritas (ABRAME).

                “Nele, o magistrado e presidente da FEEGO prova que Chico Xavier e Allan Kardec são os mesmos espíritos, depois de fazer 14 entrevistas e obter 10 depoimentos de pessoas da mais alta importância, elevado conceito e indiscutível autoridade doutrinária em nosso Movimento”.

                “Em entrevista ao jornal FOLHA ESPÍRITA (edição de março de 2007), veículo que defende fanaticamente essa tese de identificação espiritual, Muniz de Oliveira diz textualmente: ‘ – Diante de provas inexoráveis, coletadas nessa pesquisa e análise crítica, concluo e proclamo que Chico Xavier é a reencarnação de Allan Kardec”.

                E conclui o articulista do “Divulgador Net”, dizendo: “ – E ai daquele que contestar a sentença definitiva do excelentíssimo magistrado! Se não tiver importância, elevado conceito e indiscutível autoridade doutrinária, será tratado como um reles obsidiado a serviço das trevas”. (grifos do autor)

 NOSSO COMENTÁRIO

                 Confesso, sinceramente, que, a princípio, não acreditei no que li. Cheguei mesmo a reler umas quatro vezes essa notícia.

Todavia, levando em consideração o caráter e a formação moral e espiritual do Sr. Carlos Barros, responsável pela circulação do “Divulgador Net”, que tem demonstrado ser uma personalidade brilhante, séria, responsável, impoluta, e, sobretudo, um honesto e leal discípulo de Allan Kardec, eu não poderia jamais deixar de aceitar como verdadeira essa notícia.

                Nem de propósito, estando eu em Juiz de Fora, onde, como espectador, participei do 21º Simpósio, que fechou com chave de ouro a Semana Allan Kardec de 2007, promovida pela Comunidade Espírita “A Casa do Caminho”, ao passar por uma Livraria Espírita, adquiri um exemplar da “Folha Espírita” de março de 2007. 

                Pude então constatar a veracidade do fato. Fato que transcrevo a seguir, com os meus devidos comentários, usando, naturalmente, o meu direito de expressar o meu pensamento e fazer a minha crítica.

                Devo antes deixar bem claro que não pretendia mais tocar nesse assunto polêmico. Mas sou forçado a fazê-lo diante de tamanho absurdo.