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“MARIA, MÃE DE JESUS”

 

                Segundo folheto publicado e distribuído gratuitamente pelo Departamento Editorial do “Grupo Espírita da Prece”, de Uberaba/MG, no dia 15 de agosto de 1998, em reunião pública no referido grupo, Francisco Cândido Xavier, visivelmente emocionado fez uma saudação a Na. Sa. da Abadia e, ao concluir a homenagem, fez questão de rezar a Ave Maria, como fazem os católicos nas cerimônias religiosas.

                A propósito, a Editora Aliança de São Paulo/SP lançou este ano um livro intitulado “MARIA, MÃE DE JESUS”, organizado por Edison Carneiro.

                Na primeira parte, o sr. Edison Carneiro evoca aquela passagem do Evangelho de Jesus, segundo Mateus e Lucas, em que o Anjo Gabriel aparece a Maria anunciando a vinda do Messias, Jesus. Na segunda parte, podemos verificar as atividades de Maria no plano espiritual. Na terceira parte aparecem várias mensagens e poemas psicografados por Chico Xavier, de cunho profundamente religioso, nos moldes do Catolicismo Romano, o que não é de estranhar porque, como se sabe, seu Guia e Protetor Espiritual é o padre jesuíta Manuel da Nóbrega, que, em 1931, se apresentou a ele, identificando-se como Emmanuel.

                No final do livro, para disfarçar um pouco o feitio religioso da obra, o Sr. Edison transcreveu aquele “Resumo da Doutrina Espírita”, que Allan Kardec transcreveu na Introdução do “Livro dos Espíritos”.

                Aí está, caros leitores, o clima igrejeiro e místico que tomou conta do movimento espírita brasileiro, liderado pelos roustainguistas febeanos e pelos jesuítas que, com Emmanuel à frente, passaram a dominar novamente aqui na chamada, erradamente, “Pátria do Evangelho” guiada e protegida pelo Cordeiro de Deus, de quem nos fala Humberto de Campos (Espírito)