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CHICO NÃO FOI KARDEC REENCARNADO

  

É o que pensa também o ilustre professor, escritor, expositor e jornalista espírita Celso Martins, do Rio de Janeiro/RJ.

Em artigo intitulado “QUESTÕES BIZANTINAS” publicado no jornal “O ESPÍRITA FLUMINENSE”, edição novembro/dezembro de 2006, página 11, deixou  bem claro: “... após o retorno  de Chico Xavier ao Mundo Maior, eis que alguns companheiros e companheiras, a quem amamos, admiramos e respeitamos sinceramente, aparecem pregando abertamente que o Chico foi Kardec reencarnado (...) Não penso assim. Foram duas personalidades completamente diferentes. Kardec, como João, o Batista, questionou desasombradamente o rei Herodes, e, como João Huss, enfrentou a fogueira da Inquisição, sem medo. Chico, no entanto, , durante um vôo com turbulência, bradou, temendo a morte...

                “A meu ver, Chico se subordinou bastante a Emmanuel  -  Espírito a quem muito devo na interpretação de inúmeros textos bíblicos, graças a “Caminho, verdade e vida”, “Vinha de luz”, “Pão Nosso” e “Fonte viva”. Contam também  que Chico certa vez se deparou com uma barata morta na sopa preparada por uma cega, com a alegria de almoçar com o abnegado e bondoso médium . E Chico comeu a barata por disposição de Emmanuel!...”

Concluindo seu artigo, o ilustre Mestre em Espiritismo, lançou a seguinte questão: “- Ao invés, portanto, de se discutir se Kardec voltou como Chico, por que não se questionar, por exemplo, o modelo neoliberal, que está produzindo fome, desemprego, destruição da Natureza?!

“Seria mais proveitoso, mais coerente e menos bizantino...”

 

NOTA: - Concordo plenamente com o que o sr. diz, amigo  Celso. Só que essa pregação a que o sr. se refere vem de longe. Muito antes do médium de Pedro Leopoldo desencarnar, em junho de 2002, já a doutora Marlene Nobre fazia essa afirmação, no jornal que dirige “Folha Espírita”.

      Na verdade, só aceita esta hipótese absurda, quem tem olhos de ver, mas não enxerga nada! E não enxerga nada, porque não quer enxergar.

      Este comportamento não condiz, absolutamente, com o de um verdadeiro espírita, que deve agir sempre como um cientista, observando bem os fatos e as pessoas, examinando bem as circunstâncias da vida dos que se projetam na sociedade, fazendo, corretamente, comparações exatas e profundamente coerentes.