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TRÊS PESOAS, UM SÓ ESPÍRITO

                 Escreveu o grande espírita que foi Cairbar Schutel:

                “Elias é o profeta das águas; João Batista avoluma as águas do rio Jordão com a multidão que ouve a sua VOZ;  Allan Kardec faz manar do coração, dos rins e do ventre dos que buscam a Jesus Cristo, rios de água viva, desvendando os arcanos do Espírito da profecia; mas, quem batiza com o Espírito do Pai é aquele que É sobre todos!

                “Elias apelou para as águas e para o fogo; João Batista, para a água e para o sofrimento; Allan Kardec, para o sentimento e para a razão; mas os três são um mesmo Espírito. Um (Elias) fere e castiga, outro (João Batista) corrige e ensina, o último (Kardec) vivifica e salva!” (Ver “Parábolas e Ensinos de Jesus”, de Cairbar Schutel, pág. 199  e também “Reencarnação, Lei da Bíblia, do Evangelho, de Deus”, págs. 125 a 142, de Sérgio Fernandes Aleixo – Publicações LACHÂTRE).

OBSERVAÇÃO

                Segundo declarou o Espírito do Conde Rochester, no livro “HERCULANUM”, págs. 350-353, Allan Kardec, no séc. I, reencarnou como um “valoroso centurião” e, no séc. XIV, como João Huss, sacerdote tcheco, reformador religioso, mártir e precursor da Reforma Protestante.         

                Temos, portanto, aí que o Mestre Allan Kardec teve na Terra, quatro  reencarnações.

                Agora, como é sabido, os Espíritos Zéfiro e Verdade, em “OBRAS PÓSTUMAS” e o Espírito do Dr. Demeure, em “O CÉU E O INFERNO”, afirmaram que Allan Kardec, depois de desencarnar, (o que ocorreu em 31 de março de 1869), permaneceria por pouco tempo na erraticidade, pois teria que voltar ao plano físico na Terra, para prosseguir em sua missão.

                Têm surgido então várias suposições ou hipóteses sobre a possível reencarnação do grande Missionário lionês em terras do Brasil.

                A mais em evidência hoje em dia é  que Allan Kardec reencarnou em Pedro Leopoldo/MG, na pessoa de um grande médium que foi Francisco Cândido Xavier. Esta tese é defendida com muita força e insistência pela Dra. Marlene Nobre, de São Paulo, pelo Dr. Carlos Baccelli, de Uberaba/MG, e, recentemente, por um Juiz de Direito, Dr. Weimar Muniz de Oliveira, que, além de magistrado é também presidente da Federação Espírita de Goiás. Este último,  fanatizado pela pessoa e pela mediunidade do grande médium mineiro, chegou ao cúmulo de decretar, solenemente, como os Papas faziam na Idade Média, e o Cardeal Torquemada repetiu depois:

                “Diante das provas inexoráveis (...), por força do bom senso e da razão (...), como magistrado, alto e bom som

                                PROCLAMO:

                Francisco Cândido Xavier – o Chico Xavier – é a reencarnação de Hippolyte Léon Denizard Rivail – Allan Kardec, o Codificador do Espiritismo.

                E tenho dito!”

                Só faltou acrescentar: “Revogam-se as disposições em contrário”, como se vê nos documentos oficiais.

A partir deste pronunciamento descabido, ai de quem ousar dizer que não acata esta decisão judiciária. Não vai mais para a fogueira ou a forca, como na Idade Média e na época da Inquisição, mas vai sofrer o desprezo de muitos confrades que vivem idolatrando a figura do grande médium que foi o Chico.

Mas, eu, na minha qualidade de “FRANCO PALADINO” faço questão de deixar bem claro, aqui, neste boletim, que não acato este “decreto” judiciário, imposto pelo magistrado de Goiás.