ofplogo.gif (4994 bytes)"É NATURAL QUE HAJA DISCUSSÕES"


Quem assim se pronunciou foi o saudoso confrade Deolindo Amorim, em artigo publicado na "Revista André Luís", nº 34 de 1983, reproduzido no jornal "Tribuna Espírita, edição de julho/agosto de 2000 (pág. 14). Eis alguns trechos do que ele nos deixou:

"Um dos aspectos mais característicos da Doutrina Espírita é a sua índole francamente aberta ao exame de quantos queiram conhecer-lhe os princípios e analisá-los à vontade. Isto quer dizer que o Espiritismo não é uma doutrina fechada ou petrificada. É natural então que haja discussões, em nosso meio, neste ou naquele ponto, uma vez que nem todos têm a mesma formação, a mesma origem religiosa, o mesmo lastro de experiência. Além de tudo somos todos espíritos desiguais, reencarnados por necessidade, na Terra, não é verdade?".

Esta citação vem a propósito de críticas que temos recebido de confrades muito ligados ao sistema estabelecido, que acham que não devemos continuar atacando a FEB por ser ela roustainguista. Assim agindo estamos contribuindo para a desunião, quando o que de fato precisamos é união, de unidade, de unificação em torno do poder ou comissão central. Vale, pois, perguntar : - Por que é que a FEB não promove então um grande encontro para discutirmos esse tema tão polêmico, que é o roustainguismo, verdadeiro pomo de discórdia dentro do nosso movimento?

Com a palavra o Sr. Nestor Mazotti, atual Presidente da FEB.


A OPINIÃO DE JOSÉ HERCULANO PIRES

´´É necessário que os espíritas sinceros não se calem. É preciso dizer, alto e bom som, nas palestras, nas conferências, nos artigos em jornais e revistas, nos livros, a verdade sobre a obra de Roustaing (...) não é possível calar diante da astúcia dos mistificadores e da fascinação dos que a aceitam e aplaudem.

"É dever dos espíritas sinceros combater a mistificação roustainguista neste alvorecer da Era Espírita no Brasil. Ou arrancamos o joio da seara ou seremos coniventes na deturpação doutrinária que continua maliciosamente a ser feita. O Cristo agênere (corpo fluídico) é a ridicularização do Espiritismo, que se transforma por sua vez num processo de deturpação mitológica do Cristianismo..." J. Herculano Pires

(Trecho extraído de "O Roustainguismo à luz dos Textos", que constitui a primeira parte do livro "O VERBO E A CARNE" - Duas Análises do Roustainguismo, pág. 60, sendo a segunda parte "Erros Doutrinários" de Júlio Abreu Filho)

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