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EMMANUEL E O PODER TEMPORAL

 

                Recebemos de nosso amigo e confrade Elcio Ferreira Marques, de Belo Horizonte/MG o seguinte e-mail:

                “Amigo, Erasto, bom dia.

                “Estava eu assistindo a uma palestra espírita e a oradora, citando Emmanuel, disse algo interessante: ‘este espírito sempre esteve ligado ao poder. Assim, por exemplo: Publius Lêntulus Sura, senador de Roma, é ele mesmo, reencarnado também como senador. Como Nestório, escravo, torna-se preceptor de família rica romana, e, mais tarde, assessor do prefeito de Roma. No século XVI foi o padre Manoel da Nóbrega, Provincial dos Jesuítas, íntimo do Governador Geral do Brasil, Tomé de Souza, com quem veio para a Colônia americana, fundar  colégios de jesuítas e catequizar os índios, obrigando-os a aceitar o catecismo e a servir aos ricos e poderosos colonos como escravos. No séc. XVI, foi o padre Damiano, na Espanha, também muito ligado ao poder temporal dos reis.

                “Será assim que se explica sua ascendência sobre o movimento espírita brasileiro e sobre Chico Xavier, a ponto, inclusive, deste médium, obedecendo a uma ordem sua tomar uma sopa com barata em casa de uma cega; impondo suas reminiscências católicas sobre o movimento e escrevendo dezenas de livros com o Chico?

                “Vemos assim que, enquanto os Espíritos da Codificação deixam que estudemos e avancemos na Doutrina, ele, Emmanuel, tenta impor seu ponto-de-vista particular...”

                Meditemos sobre isto, caros leitores!