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PERGUNTAS DE MARCOS ARDUIM

 

                Recebemos um e-mail do confrade Marcos Arduin em que, sendo “espírita de carteirinha” é “radicalmente contra Roustaing e sua filhota, a FEB”.

                Informou-nos também que, lendo meus boletins 63 e 64, era solidário com um leitor cujo nome omitiu; concordava com todos os argumentos que ele apresentou, rebatendo o que eu disse sobre a reencarnação de Allan Kardec, baseando-me na biografia de Chico escrita pelo jornalista Marcel Souto Maior.

                Em sua argumentação procurou provar que eu fui injusto para com o médium de Pedro Leopoldo, mas fez questão de deixar bem claro que também acha que  Chico não foi a reencarnação de Allan Kardec.

                No final de sua mensagem fez algumas perguntas a mim dirigidas com a finalidade de saber qual a minha opinião sobre esse tema tão polêmico: a reencarnação de Kardec.

                Em resposta ao distinto confrade, eu lhe disse, via e-mail: “Tenho plena convicção do que venho afirmando sobre a volta do Codificador. E é fácil ter as respostas às perguntas que você me dirigiu, recorrendo diretamente a ele, Kardec, que, tenho certeza, não se negará a responder. Basta uma coisa apenas: evocá-lo, que ele atenderá com toda a boa vontade ao seu chamado, pois ele, Kardec, nunca foi contra a evocação, como deixou bem claro em “ O Livro dos Médiuns”, cap. XXV, números 269 em diante.

                “Forme, portanto, um pequeno grupo de pessoas sérias, responsáveis e competentes como você e evoque o Espírito do Meste. Ao fazê-lo, deve lembrar-se que o próprio Kardec afirmou que “Os Espíritos Superiores não se negam a comparecer às reuniões sérias, na presença de pessoas sérias com a intenção exclusiva de se instruir e conhecer a verdade”.

                Concluindo, eu disse: “Tenho certeza de que você é um cientista espírita sério e profundo conhecedor da Doutrina.

“Faça, pois, o que estou lhe dizendo e depois me diga qual foi a resposta do Mestre Allan Kardec”.

            Não importa que Emmanuel, contrariando o Codificador, tenha se mostrado contra a evocação como disse em “O Consolador”, questão 369.