ofplogo.gif (4994 bytes)


OS EVANGELIZADORES

Recebemos do nosso querido confrade e amigo Dr. Carlos de Brito Imbassahy um e-mail que versa sobre esse tema.

Inicialmente ele nos dá uma bela aula sobre a História do Cristianismo, começando por focalizar a figura de Jesus, o Homem de Nazaré (não o "agênere" dos roustainguistas).

Em seguida faz menção a dois dos seus principais seguidores: Pedro, que pregou o Evangelho em Roma e Paulo de Tarso que levou os ensinamentos do Mestre Jesus às terras do Oriente Médio, para onde se dirigiu com seus discípulos, entre os quais se destacou a figura brilhante do jovem Erasto, que, como Espírito, no seculo XIX, teve seu lugar de destaque na Codificação do Espiritismo pelas belas e sábias instruções que nos deu e que constam das obras de Kardec e da Revista Espírita.

Mais adiante em sua exposição, Imbassahy nos informa como nasceu a Igreja Católica, graças ao Imperador Constantino, que decretou a volta do monoteismo e proscreveu as crenças pagãs baseadas no politeismo.

Citando Ernesto Renan, autor de "História do Cristianismo" e Luis Jacolliot que escreveu o livro "Os Filhos de Deus, Imbassahy nos informa que o conceito de Cristianismo não constava da idéia primitiva de Pedro. Só posteriormente, quando a Igreja Católica foi constituida, é que seus adeptos resolveram designar Jesus como o Cristo, ou seja, segundo o Hinduismo, o Krishna, o guia do planeta.

Imbassahy também faz uma breve referência ao grande cisma, que separou a Igreja Católica do Oriente sob a direção do Patriarca de Constantinopla da Igreja Católica do Ocidente que tinha como Sumo Pontífice o Papa romano.

Em seu passeio pela História da Humanidade, Imbassahy se refere à Reforma luterana do séc. XVI e completa sua magnífica exposição, referindo-se ao trabalho do professor Rivail/Allan Kardec, que definiu o Espiritismo como sendo uma doutrina filosófica baseada nos fenômenos mediúnicos, como se lê no Preâmbulo de "O Que é o Espioritismo".

E conclui, dizendo que "não adianta criar mais um corpo de evangelizadores, pois assim estaremos transformando o Espiritismo em mais uma seita religiosa, o que foge da verdadeira finalidade da Codificação.

<<< Voltar