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LITERATURA MEDIÚNICA

Sobre este tema, o saudoso Prof. Deolindo Amorim, que tão relevates serviços prestou à Doutrina Espírita e ao nosso Movimento, certa vez assim se expressou: “ – Comecemos por uma premissa: não devemos aceitar nem rejeitar sistematicamente tudo quanto vem do Alto. A respeito de livros e mensagens do Além, há duas posições, que nos parecem muito sistemáticas, senão inconvenientes: há os que absolutamente repelem qualquer mensagem, qualquer trabalho mediúnico, quando não conhecem o grupo, o ambiente onde a mensagem foi recebida; e há os que aceitam tudo, sem exame, sem crítica, apenas porque vem do Alto. De um lado e do outro, há, evidentemente, exagero, porque é sempre necessário que prevaleça, antes de tudo, o bom senso. Não devemos aceitar como verdade tudo quanto nos dizem certos Espíritos, ainda que o façam em boa forma literária. O próprio Allan Kardec rejeitou muitas comunicações que não estavam de acordo com o bom senso e com os conhecimentos universais. Sem prejuízo desta orientação, que é mais lógica, mais aconselhável, não devemos repelir tudo imediatamente, sem exame.

Há ocasiões em que alguns trabalhos mediúnicos nos trazem palavras edificantes, palavras que confortam, embora não possamos identificar o Espírito comunicante...” (Trecho de uma crônica lida no programa Seleções Espiritualistas, dirigido por Nélson Batista de Azevedo, da União dos Discípulos de Jesus, através da Rádio Guanabara, PRC-8, do Rio de Janeiro/RJ, nos anos 50, extraído do livro “Análises Espíritas”, compiladas pelo Prof. Celso Martins, págs. 38/39 , 2ª edição - Editora da FEB – 1995).

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