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NOVA CRÍTICA DE ELIZABETH CANUTA

     Dirigindo-se, novamente, à AMIPE -- Associação Mineira de Pedagogia Espírita, Elizabeth Canuta assim se expressou:

     “Conheço o trabalho e o esforço de vocês, estou sempre nos eventos, com exceção das reuniões mensais. E agradeço a sua preocupação. Mesmo assim, prefiro zelar pelos cuidados que as obras de André Luiz e Emmanuel nos apresentam a respeito do uso da palavra.

     “Temos o direito de manifestar, sim, nossas opiniões e agir com o bom senso de Kardec. Quanto aos problemas doutrinários evidenciados nas obras de Roustaing, conheço-os também. Reforço novamente que não devemos perder tempo com discussões estéreis e não construtivas. E por vigilância sugiro cuidados com as divulgações de sites. E mesmo que este problema tenha ocorrido tal como você abordou, é preferível aprendermos o exemplo de Alcione no livro Renuncia.

      “Infelizmente, não posso concordar com algumas características do Franco Paladino. Talvez eu seja rígida demais e venha de um grupo considerado catedrático por demais e, por isto, o critério, ao ler qualquer obra, documentário, etc. Segundo Voltaire temos o direito de manifestar nossas idéias, mesmo havendo discordância. Mas, com Jesus, o preceito da caridade não nos faltaria. Sugiro até mesmo um livro do INEDE: Unidos Pelo Amor.

      “Ave Cristo!

(a)     Bethinha (Elizabeth Canuta)

NOSSO COMENTÁRIO

       Por ter gostado muito do que disse o confrade Estêvão Andrade, da AMIPE, à Bethinha (Elizabeth Canuta), no e-mail que lhe enviou em 20 de junho, faço questão de transcrevê-lo aqui, pois, o que ele disse era, justamente, o que eu iria dizer também.

     “Cara Elizabeth.

     “Este (referindo-se à AMIPE) é um espaço para discutir e divulgar idéias.

      “Todos temos o direito de dizer o que pensamos... e é claro que temos a liberdade de escrever o que quisermos. Não há nada que não possa ser dito ou escrito!... aconselha-se apenas que falemos do que sabemos.

      “Conheço o editor do jornal “O Franco Paladino” e posso asseverar-lhe que tem conhecimento sobre o assunto, talvez como poucos no Brasil. Mas, além de conhecimento doutrinário notável,  -  o que está em falta em muitas cabeças de dirigentes espíritas, que nem sequer se preocupam em estudar a Codificação e o Evangelho do Cristo!  -  nosso amigo, Erasto, tem FOLHA DE SERVIÇOS prestados ao movimento espírita brasileiro e internacional.

      “Aqui estou apenas defendendo o caráter sério e responsável do nosso amigo, que pode passar por leviano, com suas palavras. A obra de Roustaing está indicada como ‘subsidiária’ e ‘complementar’ às da Doutrina Espírita, no estatuto da FEB. É só ler lá! Quem já pôde estudá-la, viu as exóticas viagens esdrúxulas do pensamento roustainguista.

      “Caso queira conhecê-lo, nosso irmão, o jovem Erasto Prestes, estará  conosco...

... no próximo ECEDIS, dia 8 de julho, no SEJA, em BH, vindo de Niterói/RJ para mais uma prestação de serviço ao movimento doutrinário: conviver, trocar idéias, debater, informar ao seu publico leitor das realizações pelo Brasil inteiro, onde tem feito questão de ir pessoalmente.

     “Sugiro a todos a leitura do livro ‘CONSCIENTIZAÇÃO ESPÍRITA”, de Gélio Lacerda da Silva, que fala sobre o Roustainguismo na FEB, ou ‘J. Herculano Pires, o Apóstolo de Allan Kardec” de Jorge Rizzini – que tem trechos sobre o mesmo assunto e conta o episódio da adulteração criminosa do ‘Evangelho segundo o Espiritismo’ de Allan Kardec – e tomemos nossas próprias conclusões sobre os bastidores das Lideranças espíritas.

     “As instituições são necessárias, mas o ser humano vem em primeiro lugar!

      “Libertemo-nos das paixões pelas federativas, pois, se elas falharem, falharemos também.

      “Abraços,

                          (a)   Estêvão Andrade, da AMIPE