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TRIBUTO A DIVALDO FRANCO E CHICO XAVIER

 

                O jornal “MUNDO ESPÍRITA”, fundado em 1932 pelo grande defensor da pureza doutrinária do Espiritismo, que foi o confrade Henrique Andrade, pelo qual meu querido e saudoso pai, Severino de Freitas Prestes Filho, tinha grande admiração, jornal atualmente sob a responsabilidade da Federação Espirita do Estado do Paraná (FEEP), em sua edição de outubro p. p. (págs. 6 e 7), “a propósito de calúnias e maledicências que circulam contra Divaldo Franco e Chico Xavier, dois trabalhadores “ da seara espírita , presta-lhes , justo e merecido tributo de gratidão.

                E nesse laudatório artigo, ao mesmo tempo em que apresenta traços da vida de ambos, destaca suas personalidades, dizendo que são: “Dois gigantes, dois servidores do Cristo. Cada qual com sua missão. Um, o Chico, já tendo colhido os louros da vitória, abandonando a carne e recepcionado pelo próprio Senhor da Vinha (Jesus). O outro, Divaldo Franco, ainda a ralar os joelhos nas escadas do progresso, firme ante os embates, que se lhe oferecem a cada passo”.

                Em seu preito de gratidão, o referido periódico acrescenta: “O Movimento Espírita Mundial deve muito a um e a outro...” e conclui, dizendo: “A Federação Espírita do Paraná deseja, neste artigo, mais uma vez, dizer do quanto é devedora desses dois gigantes (...) Francisco Cândido Xavier e Divaldo Pereira Franco”.

NOSSO COMENTÁRIO     

     Respeito a opinião dos articulistas e reconheço que tanto um quanto o outro foram, cada qual a seu modo, grandes divulgadores do Espiritismo. Forçoso é reconhecer, porém, que ambos sempre foram muito ligados aos roustainguistas febeanos, ao lado dos quais sempre fizeram questão de aparecer nos diversos encontros e congressos de que participaram. Sempre fugiram do confronto com a FEB, que serve, erradamente, a dois senhores ao mesmo tempo: Kardec e Roustaing, o que considero um erro de lesa-Espiritismo cristão, que foi, brilhantemente denunciado por Henrique Andrade, em seu livro “A BEM DA VERDADE”. Portanto, um, o Chico, desencarnado em junho de 2002 mostrou-se omisso e conivente com o erro. Não pode, pois, ser considerado a reencarnação de Allan Kardec, de jeito nenhum. O outro, Divaldo Franco, já oitentão, continua francamente omisso porque não aponta os erros contidos em “Os Quatro Evangelhos” de João Batista Roustang, o primeiro grande traidor de Kardec. Ao mesmo tempo mostra-se conivente com o erro porque  é aliado da  FEB, defensora da chamada “Revelação da  Revelação”,  tendo também dado seu aval  a  Ismael Gomes Braga, que disse que “o roustainguismo é um curso superior do Espiritismo”. E, por ser conivente com o erro, vive deixando-se fotografar ao lado dos dirigentes da FEB roustainguista e promovendo noites de autógrafos, como essa realizada em Curitiba, em 31 de agosto p. p. em que foram vendidos 900 exemplares do livro “Jesus e Vida”, de autoria do Espírito de Joanna de Angelis e não dele, Divaldo Franco, que foi apenas um instrumento do Alto. Só o autor de um livro tem o direito de conceder  autógrafos. Esta é a definição do termo.