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COMO SOLUCIONAR A QUESTÃO?

                                                

                Não adianta nada a gente ficar por aí afirmando isto ou aquilo em relação à notícia da reencarnação de Allan Kardec, dada pelo Espírito de Verdade em junho de 1860. Não adianta nada ficar afirmando que o Codificador, no século vinte, foi  fulano, sicrano ou beltrano.

                Nós, que nos consideramos praticantes da Ciência Espírita, criada por Allan Kardec, temos que agir com muito bom senso; temos que fazer um estudo crítico comparativo, sério e bastante criterioso,  para termos absoluta certeza de que há, realmente, uma perfeita identidade individual entre um e outro, quer dizer, entre a personalidade do Prof. Rivail/Allan Kardec e a daquele que julgamos ter sido a sua reencarnação.

                Persistindo a dúvida, devemos recorrer a um instrumento de pesquisa científica muito importante e infalível que é a evocação dos Espíritos, que Allan Kardec considerava certo, correto (Livro dos Médiuns, cap. XXV, nº 269), enquanto Emmanuel considerava errado, por isso mesmo não a aconselhava (O Consolador, questão 369). E, como foi o ex-padre jesuíta Manoel da Nóbrega (Emmanuel) quem, a partir dos anos trinta do século passado, passou a dominar e orientar os espíritas no Brasil, é claro que os centros espíritas, ao serem criados, não incluíram em seus estatutos um artigo instituindo a prática da evocação dos Espíritos em sessões adrede preparadas para este tipo de comunicação entre os dois mundos. Entretanto, a meu ver, essa omissão se deve única e exclusivamente à dúvida que os dirigentes espíritas têm no poder e na força de seus guias e mentores espirituais, incapazes que são de impedir que se manifestem entidades mistificadoras, apresentando-se como sendo  o próprio Codificador do Espiritismo.

                Sou bastante franco e sincero, ao fazer esta afirmação. Não me importo nada que pensem isto ou aquilo de mim os que querem continuar achando que Emmanuel é que está certo e não Allan Kardec.