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O MOVIMENTO ESPÍRITA É POBRE

 

                Foi o que declarou o confrade Richard Simoneti em entrevista ao jornal “Aliança Espírita”.

                Explicando melhor, disse ele: “ – Pobre é a participação dos espíritas na obra da divulgação da Doutrina junto aos meios de comunicação social. Há milhões de adeptos que poderiam contribuir bastante para um programa de divulgação. Há uma lamentável omissão, mesmo entre os dirigentes de nossas instituições. Há centros espíritas,  -  afirma ele  -  que sequer admitem trabalhar com o livro espírita, participando dos clubes ou montando uma pequena livraria”.

                E por que acontece isto?, pergunta o repórter. E ele responde: “ – Por um lado é aquela idéia de que a espiritualidade fará tudo. Por outro lado é a má vontade. Proclama-se que é “pecado” falar em dinheiro em nossas instituições. Esquecem nossos confrades que o dinheiro é neutro. Depende do uso que dele façamos. Contribuir para a divulgação da doutrina com doações seria uma aplicação muito boa para o nosso dinheiro”. E prossegue: “ – O movimento espírita deveria ser mobilizado para a arrecadação de fundos em favor da divulgação do Espiritismo, sem dúvida nenhuma. Nosso companheiro Franklin Wagner, de Ponta Grossa/PR, vem sugerindo, através da imprensa espírita que seja instituído um órgão nacional de divulgação, sustentado por contribuições em dinheiro. Se cada espírita contribuísse com apenas um real, mensalmente, arrecadaríamos milhões, o que possibilitaria nosso acesso aos meios de comunicação, particularmente a televisão”.

                E por que essa idéia ainda não vingou? pergunta o repórter? “- Simplesmente porque nenhum órgão de unificação interessou-se pelo assunto. Ninguém quer assumir o encargo. Nós ainda planejamos muito as coisas, em nosso meio, debatendo as idéias, o que é louvável. Mas, está faltando fasejamento” (sic).